Adormecida (Anna Sheehan)

Adormecida - Anna Sheehan

Livro: Adormecida

Autora: Anna Sheehan

Editora: Lua de Papel

Rose Fitzroy esteve dormindo profundamente por décadas. Imersa num sono induzido, esquecida em um porão por mais de 60 anos, a jovem foi tratada como desaparecida enquanto os anos sombrios pairavam sobre o mundo. Despertada como por encanto e descobrindo-se herdeira de uma corporação multimilionária, Rose vai entendendo pouco a pouco, tudo o que aconteceu em sua ausência.

Ela descobre que seus pais estão mortos. O rapaz por quem era apaixonada não é mais que uma mera lembrança. A Terra se tornou um lugar estranho e perigoso, especialmente para ela, que terá de assumir seu lugar à frente dos negócios.

Desejando adaptar-se à nova realidade, Rose só consegue confiar numa única pessoa estranhamente familiar. Rose até gostaria de deixar o passado para trás, no entanto, ao pressentir o perigo, percebe que precisa enfrentá-lo - ou não haverá futuro.

Imagine-se indo dormir, como você está habituado a fazer, e acordando 62 anos depois, no mesmo lugar, mas com imensas modificações. É o que acontece com Rose. Num dia, ela é apenas a menina rica de 16 anos; no outro, ela é a princesa que acaba de ser despertada após décadas em estase.

Um vez acordada, Rose tem que aprender tudo o que se passou em sua ausência, bem como a se portar nesse novo mundo. Mas como fazer isso, quando existem somente buracos em sua mente e um inimigo invencível atrás de você?

Confesso que, quando comecei a leitura, demorei a me empolgar. Parecia-me algo muito infantil e entendiante. Mas, a partir do momento em que um homem de plástico apareceu na vida de Rose, com a intenção de dominá-la, tudo melhorou. Com a chegada dele, novos mistérios foram sendo revelados e a história ficou cada vez mais complexa, porque ninguém sabia quem era seu comandante, nem o porquê de ele estar atrás de Rose. Essa foi uma das grandes surpresas do livro, pois Rose descobre que aqueles que mais queriam protegê-la, estavam, na verdade, privando-a de viver. E por motivos egoístas.

Resenha: A culpa é das estrelas

 

a_culpa_e_das_estrelas_FRENTE (1)Hazel é uma paciente terminal. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.

Meus amigos me dizem que, assim como algumas pessoas gostam de ver filmes ou ler livros assustadores por algum motivo inexplicável, eu gosto de ler livros sobre câncer. eu discordo deles. Até hoje só li dois livros sobre o tema: A Guardiã da Minha Irmã (que foi o livro que mais me fez chorar até hoje), de Jodi Picoult, e a Culpa é das Estrelas, de John Green.

Eu não leio pelo fato de ser sobre câncer, mas pela carga emotiva que os livros trazem e que podem se aplicar a quaisquer perdas e sofrimentos.

A culpa é das estrelas foi um livro que gostei bastante, não tanto pela história, mas pela filosofia que ele traz. Nós ainda temos tempo de fazer o impossível, mesmo quando tudo está perdido.

Filme: Bonequinha de Luxo

 

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Bonequinha de Luxo conta a história da encantadora Holly Golightly, uma prostituta de luxo.

Holly possui um estilo invejável (que serviria de inspiração para as mulheres da época, com influências visíveis até hoje) e um carisma contagiante, mas ela não era apenas isso. Por trás da bela dama, havia uma mulher frágil, com seus próprios medos, capaz, acima de tudo de se apaixonar.

A poucos meses do retorno de seu irmão, Fred, Holly precisa arranjar uma maneira de provar a todos que consegue cuidar dele e de si mesma. E, para isso, nada melhor do que arranjar um casamento com um homem rico. Mas os planos dela podem mudar de rumo com a chegada do novo morador, Paul Varjak.

É um filme encantador. Se fosse feito hoje, provavelmente diriam que é uma comédia romântica com alguns dramas. Mas, se você fizer uma análise profunda, e lembrar da sociedade em que ele foi feito, perceberá que ele é muito mais do que isso. Bonequinha de luxo mostrou um lado feminino, que era inadmissível naquela época, com muita simplicidade (e digo isso num bom sentido).

Resenha: A Seleção (Kiera Cass)

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Para trinta e cinco garotas, a “Seleção” é a chance de uma vida. Num futuro em que os Estados Unidos deram lugar ao Estado Americano da China, e mais recentemente a Illéa, um país jovem com uma sociedade dividida em castas, a competição que reúne moças entre dezesseis e vinte anos de todas as partes para decidir quem se casará com o príncipe é a oportunidade de escapar de uma realidade imposta a elas ainda no berço. É a chance de ser alçada de um mundo de possibilidades reduzidas para um mundo de vestidos deslumbrantes e joias valiosas. De morar em um palácio, conquistar o coração do belo príncipe Maxon e um dia ser a rainha. Para America Singer, no entanto, uma artista da casta Cinco, estar entre as Selecionadas é um pesadelo. Significa deixar para trás Aspen, o rapaz que realmente ama e que está uma casta abaixo dela. Significa abandonar sua família e seu lar para entrar em uma disputa ferrenha por uma coroa que ela não quer. E viver em um palácio sob a ameaça constante de ataques rebeldes. Então America conhece pessoalmente o príncipe. Bondoso, educado, engraçado e muito, muito charmoso, Maxon não é nada do que se poderia esperar. Eles formam uma aliança, e, aos poucos, America começa a refletir sobre tudo o que tinha planejado para si mesma — e percebe que a vida com que sempre sonhou talvez não seja nada comparada ao futuro que ela nunca tinha ousado imaginar.

A seleção conta a história de America Singer, uma garota classe 5, a qual se inscreve na competição que decidirá quem será a nova rainha Illéa.

O que ninguém desconfia é que o motivo de America participar dessa competição, além da visão de um futuro melhor, é fugir da decepção de seu grande amor.

um vez dentro, America fará o máximo possível para continuar. Mas quais serão as consequências para o seu coração?

Eu estava muito empolgada para ler esse livro, mas tinha receio de que fosse muito infantil e clichê. Não digo que não é um pouco de cada, mas ele consegue ser adorável da mesma forma.

A seleção é aquele tipo de livro que você lê em um dia e fica agoniada por saber que não haverá uma continuação nos próximos 6 meses.

Embora tenha lido algumas resenhas que falavam de uma America extremamente clichê (não sou bela, ninguém nunca me amará...), eu discordei ao ler o livro. O que acontece é que a protagonista em algumas cenas simplesmente admite que existam meninas mais belas do que ela, meninas que podem ter um mundo de beleza, enquanto ela só tem a si mesma; não que ela desconsidere a sua própria beleza. O que a leva a ser escolhida, entretanto, é a esperança com um amor que logo depois a decepcionará.

Dentro do castelo, America tem que competir com mais 34 meninas pela chance de ser a rainha. Ela não deseja se casar com o príncipe realmente; porém, ela precisa ficar o máximo possível na competição, tanto por sua família, que recebe dinheiro, quanto por Aspen, que a magoou profundamente.

Sua sinceridade e encanto conquistam Maxon (o príncipe), e ela se tornar a fiel conselheira e confidente do grande pretendente. Mas poderia seu coração querer algo mais e trair sua intenção inicial?

Maxon é extremamente fofo – e me ganhou na história. Ele é forte e ingênuo, ao mesmo tempo, sem nunca ter vivido fora das barreiras daquele castelo. Ele sabe ser amigo e conquistar aos poucos o coração de America. Apesar de todas as suas qualidades, ele tem que aprender a conviver com o fato de que a única que ele gostaria de escolher na competição, para viver ao seu lado, ainda não está pronta para ser a escolhida. Além disso, estariam seus pais, o conselho e o país prontos para sua escolha, principalmente durante a crise pela qual estão passando?

Ao final, a grande reviravolta. Aspen é contratado como soldado do castelo, passando a convivver novamente com a protagonista, a qual ainda não tem coragem suficiente de contar ao príncipe sobre a identidade do soldado. América, então se vê dividida entre o amor que tinha e o amor que poderia ter

O livro envolve romance, luta de classes (olha o marxismo!), e um futuro distópico. Não sabemos quem escolher nesse ambiente de invasões e rebeliões (descritas de maneira um tanto superficial, eu achei). Não sabemos quem é o certo ou o errado. O futuro depende deles. Illéa depende deles, tanto para que sobreviva, tendo em vista as invasões dos rebeldes, quanto para que mude para melhor (não seja tão estamental).

Por fim, qual o preço que estaríamos dispostos a pagar para subir no poder ou para conseguir viver da forma que queremos?

Para quem quiser, aqui está a lista de todas as competidoras: http://www.kieracass.com/list-of-the-selected/

E aqui a lista das classes e suas características: http://www.kieracass.com/breakdown-of-the-castes/

Tomara que o livro realmente vire uma série (o episódio piloto fora rejeitado, mas a CW deu-lhes uma nova chance)!

Se você não quer spoliers, não leia abaixo e fique com a indicação desse livro maravilhoso!

The new adventures of old books

 

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Eu realmente estou decidida a fazer um post por dia nesta semana, como forma de compensação pelas semanas de abandono. Não sei se conseguirei, mas pelo menos tenho a meta.

E o tema é algo que venho pensando há muito tempo: a atualização literária.

Ultimamente há uma valorização e renovação dos livros. Porém, de uma forma diferente. Os livros são aproveitados justamente pelo seu caráter antigo. Os clássicos estão sendo repaginados e chegam ao público com capas duras, que realçam seu valor histórico, e ao mesmo tempo modernas, destacando o híbrido da sociedade.

Quem disse que nós não podemos gostar de um Machado de Assis ou de uma Jane Austen? Podemos, sim. É claro que as histórias, para muitos, parecem antiquadas. E é por isso que, às vezes, é necessária essa maquiagem.As histórias precisam parecer atrativas ao público jovem, que, assim como lê cada vez mais, também presa cada vez  mais pela aparência. Capas já não são somente capas, e o ditado “não julgue um livro por elas”, já não cabe mais.

Resenha: As Vantagens de Ser Invisível

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“Enveredando pelo universo dos primeiros encontros, dramas familiares, novos amigos, sexo, drogas e daquela música perfeita que nos faz sentir infinito, o roteirista Stephen Chbosky lança luz sobre o amadurecimento no ambiente da escola, um local por vezes opressor e sinônimo de ameaça”

As vantagens de ser invisível, de Stephen Chbosky é o livro que deu origem ao filme homônimo, estrelado por Logan Lerman (O Ladrão de Raios e os Três Mosqueteiros) e Emma Watson (Harry Potter).

A história gira em torno de Charlie, um garoto de 15 anos que resolve escrever cartas para um desconhecido, relatando suas experiências no ensino médio. A carga que ele traz não é pequena. Um ano antes do início da história, o melhor amigo dele, Michael morre, causando um ruptura em sua vida.

Nova vida, novos amigos, novos pensamentos. Mas charlie não desanima. Envolvido em um mundo de literatura, drogas, bebida, homossexualidade e tudo o que está relacionado a juventude, Charlie descobre um novo universo e, principalmente, a si mesmo.

Sinceramente, foi um dos melhores livros que já li. Como eu disse no outro post, talvez eu esteja fazendo uma “charlice” e dizendo que adoro todos os livros. Não acredito que seja, no entanto. Nunca me identifiquei tanto um com um personagem – e acho que muitas pessoas também s eidentificarão com ele. Não é pelos erros erros que ele comete, pelas experiências (política anti-drogas) ou pelo final dele. É pelos sentimentos dele.

Helena de Troia (Francesca Petrizzo)

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Um navio retorna de uma intensa batalha pelas costas gregas. Uma mulher observa o contorno do Peloponeso na penumbra do crepúsculo. É a jovem Helena, oferecida pelo pai ao conquistador Menelau para garantir a paz e sobrevivência de seu povo. Uma fatídica decisão que seria carregada de tristeza e tragédia, porque Helena começa a buscar nos braços de outros aquilo que lhe fora negado. Numa narrativa lírica e original, esta obra traz a versão de Helena da história lendária que é conhecida em todo o mundo, a disputa que originou a guerra de Troia. De sua infância em Esparta aos anos turbulentos de sua união com Menelau e a fuga com Páris e todas as suas consequências. A vida de uma mulher que estava destinada ao poder, mas era movida à paixão e seu amor provocou uma das guerras mais famosas de todos os tempos. “Helena é meu nome, mas posso ouvi-los me chamando de adúltera nas minhas costas. Eu nasci em Esparta, mas fui embora para Troia, por amor. Eles costumavam dizer que eu era a mulher mais bonita do mundo e viviam julgando o quão pouco ganhei e o quanto perdi depois que fugi, mas eles não estavam lá depois de tudo o que passei. Eu estava.”

Como eu já havia comentado no outro post, estava lendo esse livro, “Helena de Troia – Memórias da mulher mais desejada do mundo”, de Francesca Petrizzo. Não me atrevo a comentar o título original, porque, pelo pouco que lembro de minahs aulas de espanhol (embora a autora seja italiana, lembrei do significado da palavra em espanhol. Sei que existem palavras iguais com significados diferentes, mas não creio que seja o caso), sei que a tradução do título mascarou o sugestivo título original – que, na verdade, explica várias falas de Helena.

Eu esperava algo diferente do livro. Esperava uma Helena mais forte, talvez. E um foco maior no romance com Páris – para os fãs do famoso casal, o livro é uma tristeza. Eu esperava que o livro mudasse aquela pontada que sempre sentia ao ouvir a história de Troia: de que Páris e Helena eram dois inconsequentes, caprichosos, e, principalmente, de que Páris era uma pessoa extremamente infantil.

Páris nem tem muito destaque na história – a não ser que foi quem levou Helena para Tróia. É apenas mais um dos erros da protagonista – que coleciona erros e fantasmas. E, já fazendo uma conversa com o livro anterior (Predestinados), digo que Páris de Francesca se difere muito do Lucas de Josephine. São pessoas completamente diferentes. Páris enoja, enquanto Lucas nos faz suspirar. Helen e Helena também diferem um pouco, talvez por terem levado vidas completamente diferentes.

Helena tinha tudo e nada, ao mesmo tempo. Era a mulher mais bela do mundo, mas que vivia de fantasmas. A decepção era a herança de tamanha beleza. Sempre sonhara com o amor, o que nunca lhe fora permitido viver. Talvez tivesse vivido isso durante alguns anos da guerra, com uma pessoa que, em meu ponto de vista, era inesperada. Contudo, sempre que pensou vivê-lo ou agir por ele, estava errada. Não foi amada por seus pais, seus irmãos, por sua filha e por grande parte de seus amantes, escravos da luxúria masculina. Ela própria era escrava de seus desejos e caprichos.

O maior medo da pequena Helena era ser como sua mãe, Leda. O que percebemos ao longo do livro é que Helena traçou seu destino de maneira a tornar-se como ela: fria e solitária. Até que ela chega em Troia e consegue destruir o mais próximo que teve de uma família, ao lado de Calira, Heitor, Eneias e Cassandra.

Por fim, o que essa Helena mais me passou foi pena. Tive pena porque Helena nunca se deixou amar por completo. Ficou presa a sonhos, fantasmas, e pessoas que só a decpcionavam, porque não queriam nada além de seu corpo. Ficou presa a seus medos. Foi raptada, ainda pequena, por um homem repugnante. Amou uma homem sem nem sequer ver-lhe a face. Entregou-se a um homem que não lutou por ela. Casou-se com um covarde.  Excusou-se a fugir com pai de sua filha. Aceitou fugir com outro covarde, largando sua filha e sendo a desculpa de uma guerra que duraria 10 anos.

Destaques para Cassandra – adoro essa personagem desde que li “Incêndio de Tróia”, da Marion Zimmer Bradley, livro que recomendo – e para o final inesperado. O final de Aquiles foi inesperado e muito bom. E o de Helena… Eu, com minha mania adorável e ler as últimas páginas, tinha imaginado algo muito diferente, porque, sem querer, pulei as páginas finais e acabei lendo o evento anterior. Achava que Helena ficaria com o primeiro (ou segundo) de seus fantasmas – o que não seria tão ruim, já que ela finalmente teria alguma felicidade. Quando vi que estava errada e comecei a ler o capítulo final, desesperei-me por Helena. Não queria que ela tivesse o destino que as primeiras linhas do epílogo prenunciavam. E, quando li as últimas linhas, fiquei: Sim, finalmente você tomou coragem e fez a coisa certa. Foi um desfecho correto para ela.

Terminando, peço desculpas pelos atrasos e falta de posts. Está um pouco complciado conciliar faculdade, estágio, leitura de livros e blog, sem falar em uma vida social, hehe.

E, concluo dizendo que é um livro bom, não maravilhoso. E não recomendo se você quiser algo que a faça suspirar ou simplesmente ficar feliz. A Helena de Francesca foi tudo, menos isso.

Resenha – Predestinados (Josephine Angelini)

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Helen Hamilton passou a vida inteira tentando disfarçar o fato de que é uma garota diferente, mas agora, aos dezesseis anos, isto está cada vez mais difícil. Não apenas por causa de sua força sobre-humana ou porque, sem motivo aparente, pessoas estranhas simplesmente a atacam, mas também porque ela teme que esteja perdendo o juízo. Pesadelos recorrentes com uma estranha viagem pelo deserto e visões de três mulheres derramando lágrimas de sangue a têm atormentado noite e dia. Ao mesmo tempo, um impulso inexplicável passa a dominar seus pensamentos: Helen quer matar Lucas, um dos rapazes da glamorosa e misteriosa família Delos. À medida que descobre mais sobre sua verdadeira origem, ela percebe que a relação dos dois está submetida não só à sua vontade, mas a forças muito antigas.

 

Helen, a bela e tímida Helen. Durante 16 anos, ela viveu naquela ilha, rodeada pelo temível oceano. E tudo parece mudar com a chegada daquela estranha família.

Uma fúria incompreensível toma conta do corpo da gentil Helen desde que a família Delos se fez presente. Mas o que poderiz explicar tal sentimento? Sem falar nos sonhos estranhos e muito reais que Helen vem tendo. Será que a previsão de Claire – sua melhor amiga – ,de que cada uma delas se apaixonará por um menino Delos, esstá errada? Mas, essa raiva que quase fez Helen matar um deles não é mera ilusão, assim como aquelas três mulheres. O que será que o destino prepara para Helen, agora que ela se encontra em uma disputa entre famílias de semideuses?

Autor(a) - Lauren Kate



Lauren Kate nasceu no dia 21 de março de 1981, é uma escritora americana de ficção adulto/jovem. Uma das suas obras mais famosas é a saga Fallen, que chegou a terceira posição da lista de best-sellers do jornal The New York Times.

Resenha - Quando Cai o Raio (Meg Cabot)


                                            
Mandaram que eu escrevesse um relato, em primeira pessoa, sobre o que aconteceu comigo, falando toda a verdade e nada mais do que a verdade. Então tá. O que aconteceu comigo: fui atingida por um raio. Tudo culpa da Ruth, que resolveu que queria voltar da escola andando, para queimar uns quilinhos... Acabou que eu é quem fui queimada. Ninguém acreditou em mim, nem eu mesma, pra ser sincera. Eu não estava me sentindo mal, não tinha nenhuma marca ou machucado... Nem estava chamuscada! Mas logo as coisas começaram a mudar. Quando acordei no dia seguinte, de alguma forma sabia onde estavam as duas crianças cujas fotos estampavam a caixa de leite, aquelas do Disque-Desaparecidos, sabe? Pois é. Eu tinha certeza absoluta sobre onde elas estavam. O problema é que eu achava que estava fazendo uma coisa boa! Liguei para o Disque-Desaparecidos e avisei à simpática senhorinha onde estavam essas duas crianças, e depois mais outras... Até que dois não-tão-simpáticos agentes federais apareceram na minha escola para conversar comigo. Até parece! Agora sou foragida da justiça, tenho que ajudar um dos meninos que foram encontrados e ainda preciso disfarçar o quanto o motoqueiro da sala de detenção mexe comigo... Ainda bem que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar... Certo?

Novidades Literárias – Parte II

Parte II do post Novidades Literárias, que ficou um pouco grande.

Como eu disse na Parte I, acabei separando por editoras. Então, neste post, estão os lançamentos da Editora Planeta, da Suma de Letras, da iD Editora e da LeYa.

Espero que gostem!

 

thumb150x233__201208011645480.despertar_thumb[4] Livro: Despertar (Amanda Hocking)

Editora: Planeta

Lindas. Corajosas. Perigosas. O tipo de garota que você inveja, o tipo de garota que você quer odiar. Hospedadas na cidade para passar o verão, Penn, Lexi e Thea chamaram a atenção de todos ? mas foi Gemma que conseguiu a atenção delas.
Gemma parece ter tudo: bonita, despreocupada e começando um relacionamento com Alex, seu vizinho. Mas em uma noite a sua vida muda para sempre. Quando sai para dar um mergulho durante a noite ela encontra as três forasteiras se divertindo e é convidada por elas para participar da festa. No dia seguinte ela acorda na praia se sentindo mal e com a sensação de que algo em seu corpo mudou.
De repente Gemma se torna mais forte, mais rápida e mais bela do que nunca. Mas seus novos poderes vêm com um preço aterrorizante...

Novidades Literárias - Parte I

Eu andei pesquisando nos sites das editoras mais conhecidas e acabei montando esse post com alguns lançamentos do mês de agosto e setembro para que vocês fiquem por dentro do que veio para nós neste mês e do que está por vir no próximo.
O post original ficou um pouco grande, então, separei em duas partes, conforme as editoras. Aqui estão os lançamentos da Editora Rocco, da Verus Editora, da Record e da Galera Record.
Para quem quiser ver a Parte II, basta clicar no link.
Espero que gostem!
 
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Livro: Perigosas (Sara Shepard)
Editora: Rocco
Em Perigosas, oitavo livro da série bestseller Pretty Little Liars, que a Rocco publica no Brasil, as ex-melhores amigas Spencer Hastings, Emily Fields, Hanna Marin e Aria Montgomery têm a surpresa de suas vidas. Trata-se de uma nova personagem que surge na trama dias depois da prisão do suposto assassino de Alison DiLaurentis para confundir ainda mais as adolescentes – e os leitores. Fascinadas, tal como operárias em uma colmeia, Spencer, Emily, Hanna e Aria rapidamente se veem envolvidas pela nova abelha-rainha de Rosewood. Mas será que ela é o que parece ser... ou melhor... quem diz ser?
Até ali, as meninas estavam convencidas de que finalmente tinham deixado o passado para trás e se livrado da ameaça de “A”, a misteriosa figura que as chantageou por meses e depois revelou alguns de seus segredos mais íntimos. Além disso, a polícia prendera o esquisito William Ford como assassino de Ali e de Jenna Cavanaugh, a garota que Ali cegara por acidente antes de morrer. A transição de volta à normalidade estava sendo mais tranquila para Emily, envolvida com a rotina do time de natação, e para Aria, que engrenara de vez o namoro com o lindo Noel Khan e conseguira estabilidade no relacionamento com os pais.
Já para Spencer e Hanna, o cenário era bem mais complicado. A primeira se sentia culpada por ter acabado com o casamento dos pais ao revelar um segredo devastador sobre o Sr. Hastings e a Sra. DiLaurentis, e ainda mais odiada por sua irmã, Melissa. Hanna, por sua vez, perdera seu status de garota mais popular de Rosewood Day quando Kate, a enteada de seu pai, espalhou para todo o colégio sua internação em um sanatório para evitar que ela voltasse a sofrer com distúrbios alimentares. Para recuperar seu antigo prestígio, Hanna abre mão até de Mike, o irmão de Aria, por quem é apaixonada.
Mas uma revelação bombástica faz com que nada disso pareça importante e muda mais uma vez o rumo dos acontecimentos em Rosewood, levando as meninas a acreditarem até mesmo que tudo pode voltar a ser como antes do desaparecimento de Alison, ou ainda melhor. Apenas Aria sente que seria melhor não tentar reescrever o passado. Mas acaba sendo levada a embarcar numa viagem que vai levá-las muito mais longe do que elas jamais poderiam imaginar – Spencer, Emily, Hanna e Aria finalmente descobrirão que o preço da verdade pode ser alto demais.
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Livro: Um Romântico Incorrigível (Devan Sipher)
Editora: Verus Editora
Ele é um romântico incorrigível e também profissional, pois escreve uma coluna sobre casamentos para um importante jornal, cobrindo festas espetaculares de costa a costa do país. Mas há uma linha tênue entre ser um repórter bem-sucedido com uma matéria para escrever e ser um cara sozinho num sábado à noite, no casamento de um desconhecido.
Tudo muda na primeira noite do ano, quando Gavin conhece Melinda, uma jornalista de viagens com um espírito aventureiro. Mas Melinda vai embora e parece ter desaparecido sem deixar rastros. Gavin inicia então uma jornada por
Nova York em busca dessa intrigante mulher. E aprende que há algo pior do que perdê-la: ter que escrever um artigo sobre o casamento dela.

 

Série: Pretty Little Liars

001Pretty Little Liars conta a história de quatro amigas, extremamente diferentes, unidas por apenas uma coisa: o desaparecimento de Alison.
Alison era a típica menina popular da escola: fazia o que queria, quando queria, com queria. E suas amigas apoiavam-na e seguiam-na, como se ela fosse sua mestre.
Mas, depois de uma noite no celeiro, tudo muda: Alison desaparece.
Meses depois, quando reunidas, Aria, Emily, Hanna e Spencer começam a receber estranahs mensagens de alguém denominado A, alguém que parece saber de todos os segredos que deveriam estar enterrados com Alison e até daqueles que ninguém mais saberia.
Resolvi fazer este post, porque hoje será o Summer Finale da série, que já está em sua terceira temporada e é produzida pela ABC Family, além de ser baseada nos livros de Sarah Shepard.
Como já foi dito, tudo gira em torno do desaparecimento de Alison e da tortura sofrida pelas quatro amigas após esse acontecimento. Quem é A? Só o tempo dirá. E motivos não faltam às pessoas de Rosewood para atacar as liars.
Uma delas se apaixona pelo professor e sabe que seu pai traiu sua mãe, uma é lésbica, uma é uma perfeccionista que adora os namorados da irmã e a outra tem problemas alimentares e um certo complexo de cleptomania. E tudo isso as leva a fazer coisas que ninguém mais deveria saber, nem mesmo as outras. Um segredo as mantém unidas, enquanto vários outros podem separá-las.
Estava muito desanimada em continuar a terceira temporada, porque já não aguentava aquele joguinho de gato e rato, onde A sempre se saía vitoriosa. As meninas sempre chegavam perto de descobrir e A aprontava de novo. Mas, a terceira temporada até que está me reanimando. Só não sei porquanto tempo mais aguentarei a “enrolação” em torno do mistério: quem matou Alison e quem é A.
Se você não quer spoilers, então clique em Leia Mais.
P.S: Ao final do Leia Mais, há um vídeo da promo do episódio de hoje. O Leia Mais não contém grandes spoilers, mas é melhor avisar, antes que as pessoas leiam o que não querem.

Resenha – Mordida (Meg Cabot)

 

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Todo mundo já deu um passo maior que as pernas… E Meena sabe bem disso. Apesar de seu dom sobrenatural e mesmo depois de encontrar alguém que o valorize, ela sabe que foi longe demais ao se envolver com Lucien. E por quê? Porque ele é um vampiro? Porque ele é o filho do Drácula? Porque ela não consegue esquecer aquela mordida ou… Todas as alternativas acima?

Mas tudo isso é passado. Agora, graças a sua habilidade de prever quando alguém vai morrer – tá, nem todo mundo aprecia esse tipo de informação, mas até que algum potencial dela foi reconhecido –, Meena foi contratada pela Guarda Palatina, uma unidade secreta do Vaticano especializada em caçar vampiros.

Ela sequer acreditava na existência desses seres, mas, depois de seu namoro com o príncipe das trevas, pode-se dizer que ela os conhece MUITO bem. E prometeu manter distância deles – pelo menos até conseguir comprovar sua teoria de que vampiros não são tão ruins quanto se pensa. Afinal, não é porque perderam suas almas que também teriam perdido a capacidade de amar, certo?

Só que quase ninguém parece interessado em ouvir essa teoria. O renomado – e charmoso – caçador de vampiros Alaric Wulf, por exemplo,, não é muito fã da ideia. Tudo bem, ele não parece ser fã de muitas coisas… E Meena não está com tempo para se preocupar com isso. Ela tem uma missão!

Uma nova ameaça põe risco não só a cidade Manhattan e a Guarda Palatina, mas os amigos e a família de Meena. Enquanto tenta descobrir a verdade, ela tem seus sentimentos expostos e sua lealdade posta à prova. E as tentações que imaginou não exitirem mais se tornam impossíveis de resistir.

E faltava apenas uma mordida para que Meena estivesse a um passo de se tornar vampira. Bem… Faltava. Alguém está tranformando os conhecidos de Meena Harper nas criatura sque ela mais ama, teme e odeia: vampiros. E Manhattan se torna um lugar cada vez mais perigoso para ela e para as pessoas prózximas a ela.

Ma por quê? Qual o interesse dos vampiros nela? Não há explicações agora que a Guarda Palatina – sua empregadora – já acabou com a maior parte dos súditos de Lucien – sim, o príncipe das trevas e ex-namorado de Meena. E o que explica esses estranhos desparecimentos de turistas?

Autor(a) - Carlos Ruiz Zafón

Atualmente um dos escritores mais lidos e reconhecidos é Carlos Ruiz Zafón, esse é espanhol e nasceu em Barcelona, cenário de alguns de seus livros, no dia 25 de setembro de 1964, mas tem vivido desde 1993 em Los Angeles, onde trabalha como roteirista, no mesmo ano ganhou o premio Ebedé com a sua primeira obra, “O Príncipe da névoa” (El Príncipe de la Niebla), esse livro vendeu mais de 150 mil exemplares e foi traduzido para vários idomas.


Resenha :Tempest (Julie Cross)



Em 2009, o jovem Jackson Meyer descobre que pode viajar no tempo. Durante os seus “saltos” para o passado, nada muda no presente. Isso era apenas uma diversão inofensiva, até que sua namorada Holly morre durante uma invasão à sua casa. Em pânico, ele consegue voltar dois anos, mas descobre que ficou preso no tempo. Desesperado para voltar e salvar Holly, Jackson resolve tocar sua vida em 2007 e tentar descobrir o que puder sobre suas habilidades. Não muito tempo depois, as pessoas que atiraram em Holly, membros de um grupo apelidado pela CIA de “Inimigos do Tempo”, vêm a sua procura para recrutá-lo ou matá-lo. Com tudo isso acontecendo e Jackson ainda tentando encontrar pistas sobre as origens de sua família para descobrir mais sobre suas habilidades, ele precisa decidir até onde está disposto a ir para salvar Holly e possivelmente, o mundo inteiro.
Muitos pensam que viajantes de tempo não existem, era assim que Jackson pensava até descobrir sua capacidade de voltar no passado, e o mais incrível: suas ações não mudariam o futuro, infelizmente esse seu poder chamou atenção de certas pessoas, que começaram a segui-lo. Jackson tomou conhecimento dessas tarde demais, quando isso aconteceu, sua namorada levou um tiro, com medo e sem saber o que fazer para ajudar a namorada, ele embarca em mais uma viajem ao passado, deixando Holly sangrando para trás, dessa vez o salto foi diferente, ele não estava concentrado, ele nem pensou em fazer um salto, foi tudo rápido demais e ao parar no outro ano percebeu que estava “trancado” nele, agora ele possui uma nova base (ano onde vive e para o qual volta depois de seus pequenos saltos no tempo) e não consegue mais voltar para 2009, o seu presente.

Filmes: Penelope


Há muitos anos, uma criada da família Wilhern engravidou do filho do patrão, mas ele não se casou com ela, pois pertencia a uma classe social inferior. A moça suicidou-se e sua mãe, que era uma bruxa, amaldiçoou as filhas da família Wilhern: a partir desse dia, elas nasceriam com nariz de porco. A maldição só seria quebrada se elas encontrassem o verdadeiro amor. Penelope foi a primeira filha legítima a nascer na família após várias gerações, e tinha nariz de porco. Por esta razão, sua mãe a escondia do mundo na mansão da família, e a menina cresceu sozinha e sem amigos. Quando cresceu, seus pais passaram a procurar um noivo, para que casasse a maldição fosse quebrada.



Televisão: Being Erica




Já que no post de ressurreição do blog (domingo) eu coloquei um trecho do primeiro episódio de Being Erica, vou apresentar a série àqueles que ainda não a conhecem.
Being Erica conta a história de Erica Strange, uma mulher de 32 anos que está insatisfeita com a sua vida por causa das más decisões que tomou ao longo dela. Depois de sofrer um ataque de alergia, Erica conhece Dr. Tom, um "terapeuta" que está disposto a ajudá-la de uma maneira nada convencional. Para isso, Erica deve se comprometer a não abandonar o tratamento.


Autor(a) - Meg Cabot

       
       Meggin Patricia Cabot

A famosa autora, Meggin Patricia Cabot, mais conhecida como Meg Cabot, nasceu dia 1º de fevereiro de 1967, em Bloomington, Indiana (EUA), e começou a escrever na adolescência, como forma de fugir dos problemas em casa. Aos 30 anos teve seu primeiro livro publicado e foi escrito como Patricia Cabot, um dos seus pseudônimos, além do Jenny Carrol, usados quando ela começou a escrever profissionalmente e escrevia por três editoras diferentes.

Resenha: Once Dead, Twice Shy (Kim Harrison)






"Meu nome é Madison Avery, e eu estou aqui para contar-lhe que há mais lá fora do que você pode ver, ouvir ou tocar. Porque eu estou lá. Vendo isso. Tocando isso. Vivendo isso."


O par de Madison era um matador - literalmente. Por alguma razão ela foi o alvo de um ceifador negro - sim, aquele tipo de ceifador -, que tinha a intenção de se livrar dela, do seu corpo e de sua alma. Mas, antes que ele pudesse terminar o trabalho, Madison foi capaz de pegar o estranho reluzente amuleto dele e fugir.Agora, ela está presa na Terra - morta sem partir. De alguma forma o amuleto dá a ela a ilusão de um corpo, permitindo que ela engane a linha entre a vida e a morte. Ela continua não sabendo por que o ceifador negro está atrás dela, mas ela não vai simplesmente ficar sentada e deixar o destino seguir seu curso.Com um pouco de ingenuidade, alguma luz no estrada e a ajuda de um ceifador branco (um dos caras bons! Talvez...), o garoto fofo por quem tem uma quedinha e, é claro, seu anjo-da-guarda, Madison está pronta para controlar o próprio destino de um vez por todas, antes que ele a controle.Bem, isso se ela acreditasse nessa coisa

Madison Avery achou que o pior de sua vida tinha passado quando foi obrigada a morar com seu pai. Tantos anos tentando se enturmar na antiga escola, e tudo em vão. Novo ambiente, novas pessoas, nova vida. Bom, não exatamente uma vida, já que no dia do baile ela conheceu a Morte em pessoa. Por algum motivo desconhecido, ele, aquele lindo menino do baile, tentou matá-la, e agora está atrás do amuleto que ela roubou - e o único motivo de ela ainda permanecer "viva".


Booklist: Meu pai merece um livro!

Primeiramente, feliz dia dos pais!
Para quem ainda não comprou o presente do seu pai - mesmo que hoje seja o dia -, aqui vai uma lista com alguns livros para presenteá-lo - ou mesmo aproveitar a dica para uma boa leitura.



Enfim... Novamente



Depois de meio ano estagnado, o blog retorna. Ele está um pouco repaginado, com uma carinha nova, mais ainda dá para melhorar, é claro. Não sou nenhuma expert no assunto HTML, mas consegui fazer uma coisinha ou outra por meio de tutoriais na internet. Ao longo do tempo, talvez, ele melhore um pouco - até porque tem coisas que eu não estou conseguindo fazer, mais c'est la vie.


Resenha: Delírio (Lauren Oliver)


Muito tempo atrás, não se sabia que o amor é a pior de todas as doenças. Uma vez instalado na corrente sanguínea, não há como contê-lo. Agora a realidade é outra. A ciência já é capaz de erradicá-lo, e o governo obriga que todos os cidadãos sejam curados ao completar dezoito anos. Lena Haloway está entre os jovens que esperam ansiosamente esse dia. Viver sem a doença é viver sem dor: sem arrebatamento, sem euforia, com tranquilidade e segurança. Depois de curada, ela será encaminhada pelo governo para uma faculdade e um marido lhe será designado. Ela nunca mais precisará se preocupar com o passado que assombra sua família. Lena tem plena confiança de que as imposições das autoridades, como a intervenção cirúrgica, o toque de recolher e as patrulhas-surpresa pela cidade, existem para proteger as pessoas. Faltando apenas algumas semanas para o tratamento, porém, o impensado acontece: Lena se apaixona. Os sintomas são bastante conhecidos, não há como se enganar — mas, depois de experimentá-los, ela ainda escolheria a cura?
Lena Halloway, mais conhecida por Lena Tiddle devido ao seu passado, é um garota comum que conta os dias para a chegada de sua intervenção. Sua única esperança é tirar uma boa nota na avaliação, ir para uma boa universidade e conseguir um bom par. Além de, claro, ser curada. Amor Deliria Nervosa é uma infecção perigosíssima. Toda a sociedade está alertada dos perigos e deve passar pela cura aos 18 anos. Mas alguns revoltosos ainda existem, bem como o mito de um mundo além das fronteiras.


Cinema: A Invenção de Hugo Cabret



Na Paris da década de 1930, o menino Hugo acaba de ficar órfão e vai viver numa estação de trem, onde seu tio é responsável pelos relógios. Ele descobre que o robô deixado para ele por seu pai esconde um mistério. Com a ajuda de uma nova amiga, o menino viverá uma incrível aventura.




O filme de Martin Scorsese é baseado no livro infantil homônimo de Brian Selznick e recebeu 11 indicações ao Oscar, dentre elas a de melhor filme e melhor diretor. O elenco conta com Asa Butterfield (que fez o filme "O menino do pijama listrado" - um filme extremamente emocionante), Chloë Moretz, Ben Kingsley, Jude Law e Sacha Baron Cohen. A estréia no Brasil é hoje, dia 17/02. Ainda não vi, mas pelo trailer fiquei muito atraída pela imagem e pela trilha sonora. Parece uma história realmente encantadora e, pelas críticas que eu li, ela, embora infantil, é surpreendente e adorável para qualquer idade. É uma boa opção para o fim de semana, lembrando que não se pode ter preconceito com a classificação dos filmes. Algumas das melhores mensagens são transmitidas nas obras aparentemente mais inocentes. Quem não se sentiu tocado pelas menagens do livro O Pequeno Príncipe? Só resta saber se estreará em todos os cinemas do Brasil hoje mesmo. Independente disso, a indicação continua.


Televisão: Once Upon a Time

Durante a nossa infância inteira ouvimos contos de fada e sonhamos um dia com suas histórias. Sabemos que a maior parte delas foram adaptadas para o público infantil e que, na verdade, possuem um clima de terror. Inúmeras foram as adaptações e releituras feitas. Agora, uma série recheada daqueles adoráveis personagens, ou não tão adoráveis assim.


Resenha: Julieta Imortal (Stacey Jay)






Julieta Capuleto não tirou a própria vida. Ela foi assassinada pela pessoa em quem mais confiava, seu marido, Romeu Montecchio, que fez o sacrifício para assegurar sua imortalidade. Mas Romeu não imaginou que Julieta também teria vida eterna e se tornaria uma agente dos Embaixadores da Luz.
Por setecentos anos, Julieta lutou para preservar o amor e as vidas de inocentes, enquanto Romeu tinha por fim destruir o coração humano.
Mas agora que Julieta encontrou seu amor proibido, Romeu fará tudo que estiver ao seu alcance para destruir a felicidade dela.
Segredos, mistérios e surpresas envolvem este poderoso romance em que o casal mais famoso da literatura mundial tem a chance de contar sua verdadeira história.

Toda a história de Shakespeare que conhecemos torna-se uma mentira com esse livro. A mais famosa história de amor, inspiradora para muitos amantes, não passa de mais uma das mentiras de Romeu. O para de alma gêmeas mais conhecido no mundo, talvez não tenha o trágico fim que nós pensamos.


Resenha - Insaciável (Meg Cabot)


"Você não aguenta mais ouvir falar em vampiros?
Meena Harper também não. Mas ela é roteirista de uma novela famosa, Insaciável, e como os vampiros estão na moda... os diretores do canal decidem que esse será o próximo tema a ser abordado na trama. Logo, Meena se vê obrigada a escrever sobre vampiros, apesar de não acreditar na existência deles.
Não que Meena seja alheia ao sobrenatural. Ao contrário. Na verdade, ela pode prever quando as pessoas irão morrer. (Claro que, com exceção de seu irmão e alguns amigos mais próximos, ninguém acredita nela. Nunca.) Seu 'dom' para lá de sombrio só lhe traz problemas, e com o tempo Meena aprendeu que ninguém está interessado em saber sobre a própria morte. Então se limita a dar alguns conselhos, como 'não atravesse a rua agora', 'vá ao médico','pegue um caminho alternativo'...
Mas nem mesmo o dom premonitório de Meena poderá prepará-la para o que acontece quando ela conhece Lucien Antonesco (e em seguida comete o erro de se apaixonar por ele), um príncipe contemporâneo com um lado obscuro. Esse lado negro é tão negro, que muitas pessoas, como, por exemplo, uma antiga sociedade de caçadores de vampiros, fariam qualquer coisa para destruí-lo.
O problema é que Lucien tecnicamente já está morto, e talvez seja por isso que é o primeiro tipo que Meena conhece com quem se imagina tendo um futuro. Sim, apesar de Meena ser capaz de ver o futuro dos outros, nunca consegue ver o próprio, E, apesar de Lucien parecer ser tudo o que Meena sempre sonhou encontrar num namorado, sua história com ele pode se transformar em pesadelo num piscar de olhos. Talvez seja hora de Meena se esforçar e prever o próprio futuro...
Se é que ela tem um."
Meena Harper já estava acostumada com o máximo de sobrenaturalidade que sua vida poderia ter. Ela previa a morte das pessoas, mas, até então, qual o problema? É claro que muitos, quando descobriam, a achavam estranha, como o seu último namorado. É claro que ela sempre sentia a necessidade de ajudar os demais. Mas era só isso, não?