Resenha: Helena (Machado de Assis)


Livro: Helena
Autor: Machado de Assis
Editora: Martin Claret
http://www.skoob.com.br/livro/1579-helena

Filha bastarda do conselheiro Vale, a jovem e bela Helena é reconhecida por ele em testamento e passa a viver na mansão da família. Só então conhece Estácio, apresentado a ela como seu irmão. Mas entre eles despertou o amor. E agora?


Um simples testamento pode mudar a vida de uma família  isso aconteceu com a família do Conselheiro, esse em seu testamento pediu que seu filho (Estácio) e sua irmã (D. Úrsula  cuidassem de sua filha bastarda e dessem carinho a mesma. No inicio D. Úrsula foi contra, mas Estácio concordou, se essa era a vontade do pai, que então fosse feita.
Quando Helena chegou a mansão conquistou logo de cara Estácio, que ficou fascinado pela beleza, pelo talento e pela educação de Helena, com D. Úrsula foi um pouco mais difícil  Helena teve que conquista-la pouco a pouco, no fim a tia cedeu, quem não cederia aos encantos da formosa Helena?

Oscar Parte III: O Lado Bom da Vida

 

Tcharan! Finalmente retorno com a parte III do Oscar (Veja a parte I aqui e a parte aqui) e o Lado Bom da Vida!

Domingo passado – desculpem o lapso temporal – fui assistir ao filme, finalmente. Faltavam apenas algumas página somente para eu terminar o livro, então não achei que fosse sentir tanto em já saber o final – que, adivinhem, é um pouco diferente no filme e no livro.

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Filme: O Lado Bom da Vida
Diretor: David O. Russell
Ano: 2013

http://filmow.com/o-lado-bom-da-vida-t41530/

Pat Solitano Jr. (Bradley Cooper) perdeu absolutamente tudo na vida: sua casa, o emprego e a esposa. Deprimido, ele vai parar em um sanatório, onde fica internado por oito meses. Ao sair, Pat passa a morar com os pais e está decidido a reconstruir sua vida, o que inclui retomar o casamento, passando por cima de todos os problemas que teve. Entretanto, seu novo plano começa a mudar quando ele conhece Tiffany (Jennifer Lawrence), uma garota misteriosa que também tem seus problemas

Bom, o filme e o o livro são bem diferentes – eu achei. Embora os dois tragam os mesmos personagens – apesar dos nomes diferentes (falo isso porque prefiro Pat Peoples a Pat Solitano e Hank Baskett ao outro nome de jogador utilizado) – e tenham elementos em comum (futebol americano, dança, cartas, etc.), achei os dois muito diferentes, mas igualmente bons.

Achei o Pat do livro muito mais louco que o do filme. No livro você sente que ele parece uma criança e, no filme, parece um homem perturbado, mas num nível mais normal. Tiffany é manipuladora e louca em ambos – e simplesmente amei a Jennifer Lawrence no papel dela – , o que eu gostei. Mas, alguns personagens não aparecem tanto no livro, quanto no filme, a exemplo do Danny (amigo do manicômio), e alguns personagens tem maior importância no livro, como o caso do irmão dele, o Jake

O filme rende boas risadas. Jennifer Lawrence e Bradley Cooper arrasaram nos papéis. Você torce – além de rir, obviamente – pelas loucuras dos dois. A cena da dança, por exemplo foi fantástica. O casal consegue ter carisma na tela, o que nos faz gostar ainda mais de Tiffany e Pat, o casal de loucos. No fim, fica parecendo uma comédia romântica, mas você consegue sentir que é mais que isso, que são pessoas lutando para se mostrar normais e para mostrar que todo mundo tem um pouco de louco.

Oscar Parte II: Os Miseráveis

Continuando os posts sobre de filmes indicados ao Oscar aos quais já assisti…

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Filme: Os Miseráveis
Diretor: Tom Hooper
Ano: 2012

http://filmow.com/os-miseraveis-t44276/

 

O longa é uma adaptação da célebre obra Os Miseráveis (1862), do escritor francês Victor Hugo e contará a história de Jean Valjean um homem libertado da prisão, que refaz a sua vida se tornando proprietário de uma fábrica, político e, posteriormente, acaba adotando a filha de Fantine, Cossette.

 

Começo dizendo que você deve querer realmente assistir ao filme antes de ir ao cinema ou alugar. Digo isso, porque fui ao cinema com meus amigos e, todos, com exceção de outros dois além de mim, não dormiram ou ficaram entediados.

Eu achei lindo: as músicas, o figurino, a história, tudo. Sou encantada por musicais e cada música era um deleite. Agora estou louca para ler o livro do Victor Hugo, para que eu possa comparar com o musical.

Sobre a história em si tenho a dizer que sempre tive o sonho de viver em épocas remotas em países como a França. Mas, vendo a realidade daquele povo que, em sua grande maioria, era miserável, eu me dei conta de que somos sortudos. Ainda assim, o ideal daquele período, revolução francesa e posterior, me inspira. Pessoas saindo pelas ruas, lutando por seus direitos, por seus sonhos, por um mundo melhor, por uma vida digna. Lutas estas que culminaram na nossa realidade.

Não tenho comentários sobre as atuações de tão fantásticas que foram. Hugh Jackman, perfeito como Jean Valjean. Anne Hathaway linda interpretando Fantine, cantando, de forma inesquecível e emocionante, “I Dreamed a Dream”, e nos arrancando lágrimas. Super merecido o Oscar de melhor atriz coadjuvante. Mesmo com pouqíssimas cenas, se comparada ao resto do elenco, conseguiu chamar a atenção de todos. E destaque para a personagem Eponine, única atriz do musical da Broadway que participou do filme também, e que roubou a cena, deixando Cossette (Amanda Seyfried) bem apagada, e nos fazendo desejar que ela é que tivesse um final feliz. Destaque também para o final emocionante, reunindo todos os miseráveis da França pós-revolução.

Para conferir o trailer e o vídeo da apresentação do elenco na entrega do Oscar, cliquem em Leia Mais

Oscar Parte I: Lincoln

Estava eu, sentadinha, assistindo à entrega do Oscar (esperando que ela começasse e vendo os lindos vestidos), fuçando na internet, quando pensei: “espera, eu tenho um blog, eu posso fazer um post enquanto isso, porque eu não posso abandoná-lo novamente, e… espera, eu assisti a um filme hoje que foi indicado ao Oscar em diversas categorias!” E eis que  eu fui  fazer um post em homenagem à entrega do Oscar, quando deveria já estar dormindo.

O problema e o porquê de o post não ter aprecido ontem mesmo? Nosso querido blogger resolveu brincar comigo e imitar o facebook em sua brincadeira de não conectar. Portanto, cá estou eu, mudando os tempos verbais e atualizando os post

De início, eu queria fazer um post sobre o livro e o filme “O Lado Bom da Vida” – vocês viram que o novo lauout foi meio que inspirado na capa desse livro? –, cuja atriz ganhou ou Oscar (Jennifer Lawrence). Porém… Não terminei de ler o livro ainda – por falta de tempo, pois o livro é muito legal, divertido e interessante, mas deixo os elogios para a resenha dele – e comecei a assistir ao filme, mas não terminei porque me recusava a saber o final do livro antes do término da leitura – embora sejam um pouco diferentes já de início.

Por fim, fiquei em dúvida, pois lembrei que também tinha assistido ao filme “Os Miseráveis”. Então, minha decisão foi dar um prêmio aos leitores e fazer um post duplo! Na parte I, “Lincoln”, na parte II, “Os Miseráveis” – e, posteriormente, uma parte III, com "O Lado Bom da Vida"

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Filme: Lincoln
Diretor: Steven Spielberg
Ano: 2012
http://filmow.com/lincoln-t29530/

 

 

O filme contará a vida do presidente americano Abraham Lincoln, o drama será centrado na condução do Norte à vitória na Guerra da Secessão. A trama, roteirizada pelo dramaturgo Tony Kushner, se baseia na biografia Team of Rivais: The Genius of Abraham Lincoln, escrita pela historiadora vencedora do Pulitzer Doris Kearns Goodwin

 

Como vocês já devem ter notado, o filme conta a história de Lincoln no período de aprovação da 13ª Emenda da Constituição Estadunidense.

Eu, como aplicada estudante de direito – cof-cof –, gostei do filme, pois pude analisar todos o processo de aprovação da emenda, conforme a lei local. Contudo, não gostei somente por isso. Acho importante que todos tenham noção da carga histórica desse evento. A abolição da escravatura nos Estado Unidos serviu de inspiração à luta negra em diversos locais, e a luta de Lincoln nos mostra a sua força de vontade, a busca por um ideal e as formas legais de alcançá-lo.

Trilogia Jogos Vorazes


Há  algum tempo eu fiz a resenha do livro Jogos Vorazes, mas mesmo assim resolvi fazer uma resenha falando dos três livros, falando mais sobre a série, falando um pouco do filme, o que mais gostei em toda a história, qual dos três é o que eu mais gostei e etc.

1º - Jogos Vorazes.
Como muitos já sabem a história do livro fala sobre um jogo criado para mostrar aos cidadãos de Panem do que a Capital é capaz de fazer caso ocorra uma revolução, nesse jogo cada distrito é obrigado a mandar um casal de tributos, os tributos terão que fazer de tudo para se manterem vivos, no jogo , ou você mata, ou você morre.

Mas nesta edição dos jogos algumas coisas surpreendem, como ter uma voluntaria no distrito 12, o que quase nunca acontece, ou os tributos do distrito 12 estarem supostamente apaixonados.
Katniss, a voluntaria, a garota que entrou no jogos para salvar sua irmã que tinha sido a sorteada para ser o tributo feminino, e Peeta, o garoto do pão, filho do padeiro. Esse é o casal dos jogos vorazes. Será que depois de tanto tempo o distrito 12 finalmente tem chances de novamente vencer o jogo? Talvez.

Resenha: Charlotte Street (Danny Wallace)


Livro: Charlotte Street
Autor: Danny Wallace
Editora: Novo Conceito 

Tudo começa com uma garota... (porque sim, sempre há uma garota...) Jason Priestley acabou de vê-la. Eles partilharam de um momento incrível e rápido de profunda possibilidade, em algum lugar da Charlotte Street. E então, em um piscar de olhos, ela partiu deixando-o, acidentalmente, segurando sua câmera descartável, com o filme de fotos completo... E agora Jason — ex-professor, ex-namorado, escritor e herói relutante — se depara com um dilema. Deveria tentar seguir A Garota? E se ela for A garota? Mas aquilo significaria utilizar suas únicas pistas, que estão ainda intocáveis em seu poder... É engraçado como as coisas algumas situações se desenrolam..




Jason Pristley é um cara de 32 anos e não, não é o Jason Pristley de Barrados no baile, ele é um homem magoado com o término do namoro com Sarah,a mulher que pensou que pudesse ser A mulher, mora com o amigo esquisito, Dev ,em cima de uma loja de video games e perto do que todos pensam ser um bordel, mas não é, ex-professor, agora é freelancer de um Jornal Local: London Now. Um certo dia na Charlotte Street, ele (Jason) encontra uma moça com um casaco azul e sapatos bonitos, enrolada com as compras, entrando em um táxi  normalmente ele não ajudaria, afinal isso é Londres, mas quando percebeu já estava perguntando se podia ajuda-la, recebeu um sorriso de obrigada, mas nada dito, a mulher fechou a porta do táxi e foi embora, mas uma caixa foi esquecida, nela dizia Câmera descartável 35mm, assim a história começa.

A busca dele pela A garota, como ele a chama, já que não sabe o nome dela, começa oficialmente após Dev convence-lo a revelar as fotos , isso pode ser errado, mas a curiosidade foi mais forte, no meio das fotos ele encontra um suposto namorado para a garota, o que o preocupa, mas não o impede de continuar com a busca, afinal o cara das fotos pode ser um colega dela de trabalho ou algo assim, no meio delas também acha um foto em que ele, o próprio Jason, está presente, será que isso é o destino se manifestando?


Resenha: The Goddess Test (Aimée Carter)

THE_GODDESS_TEST_1297894194PLivro:  The Goddess Test
Autora: Aimée Carter
Editora: Harlequim Books
Ano: 2011
http://www.skoob.com.br/livro/151349

It's always been just Kate and her mom--and now her mother is dying. Her last wish? To move back to her childhood home. So Kate's going to start at a new school with no friends, no other family and the fear her mother won't live past the fall. Then she meets Henry. Dark. Tortured. And mesmerizing. He claims to be Hades, god of the Underworld--and if she accepts his bargain, he'll keep her mother alive while Kate tries to pass seven tests. Kate is sure he's crazy--until she sees him bring a girl back from the dead. Now saving her mother seems crazily possible. If she succeeds, she'll become Henry's future bride, and a goddess. If she fails...

“Sempre foi apenas Kate e sua mãe – e agora a mãe dela está morrendo. Seu último desejo? Mudar-se para sua casa de infância. Portanto, Kate irá a uma nova escola, sem nenhum amigo, nenhum outro familiar e o medo de que sua mãe não viverá até o outono. Então ela conhece Henry. Obscuro. Torurado. E impressionante. Ele alega ser Hade, deus do submundo – e se ela aceitar sua barganha, ele deixará a mãe dela viva. enquanto Kate tenta passar sete testes. Kate tem certeza de que ele é louco – até ele trazer uma garota de volta à vida. Agora, salvar sua mãe parece até possível. Se ele tiver sucesso, ela se tornará a futura noiva de Henry, e uma deusa. Se ela falhar…”

Que vergonha, eu aqui, depois de meses, finalmente postando. E não posso nem dizer que não li livro algum para falar sobre… Mas esqueçamos esse pequeno pecado e falemos sobre um dos livros que andei lendo – já faz algum tempo que o li; portanto, talvez eu não lembre de muuuitos detalhes.

Vocês já devem ter percebido que eu tenho certo fraco por livros de mitologia. Talvez seja a influência de meu nome, ou talvez seja meu gosto por história. Ou talvez ambos, ou talvez nenhum. The Goddess test conta a história de Kate tentando passar por vários testes para que possa ser a nova deusa do submundo – substituir Perséfone, que optou por dar seguimento à vida, viver e morrer – e salvar sua mãe.

Feliz Ano Novo!

Oi, eu queria apenas fazer um pequeno post desejando feliz Ano Novo a todos, leitores ou não do blog, e para avisar que o blog não está morto!!!
Está difícil conciliar todas as atividades com a leitura de livros e as postagens, mas, agora que estou de férias, tentarei ser mais engajada com o Pèlerine des Mots.
Então, aguardem os novos posts que virão no decorrer dessa e das outras semanas! :)

Para finalizar, uma citação de Ano Novo retirada do site Evene, um ótimo site para quem está aprendendo francês e/ou adora a língua.


« Une année qui finit, c'est une pierre jetée au fond de la citerne des âges et qui tombe avec des résonances d'adieu.  »


"Um ano que acaba é uma pedra jogada ao fundo do tanque das idades e que cai com as ressonâncias do adeus" (Firmin van de Bosch - Aphorismes du temps présent)

Pelo menos, temos um ponto de apoio que permanece, ao mesmo tempo, inalterado e em constantes tranformação: os livros. Da mesma forma que as palavras continuam as mesmas nas páginas de um livro, a nossa interpretação se modifica com o passar dos anos, pois nós mudamos. Neste ano novo, mude, diga adeus a velhos hábitos, abra-se para as mudanças, mas não se despeça de todas as boas lembranças!