Páginas

Filmes: Penelope


Há muitos anos, uma criada da família Wilhern engravidou do filho do patrão, mas ele não se casou com ela, pois pertencia a uma classe social inferior. A moça suicidou-se e sua mãe, que era uma bruxa, amaldiçoou as filhas da família Wilhern: a partir desse dia, elas nasceriam com nariz de porco. A maldição só seria quebrada se elas encontrassem o verdadeiro amor. Penelope foi a primeira filha legítima a nascer na família após várias gerações, e tinha nariz de porco. Por esta razão, sua mãe a escondia do mundo na mansão da família, e a menina cresceu sozinha e sem amigos. Quando cresceu, seus pais passaram a procurar um noivo, para que casasse a maldição fosse quebrada.



Televisão: Being Erica




Já que no post de ressurreição do blog (domingo) eu coloquei um trecho do primeiro episódio de Being Erica, vou apresentar a série àqueles que ainda não a conhecem.
Being Erica conta a história de Erica Strange, uma mulher de 32 anos que está insatisfeita com a sua vida por causa das más decisões que tomou ao longo dela. Depois de sofrer um ataque de alergia, Erica conhece Dr. Tom, um "terapeuta" que está disposto a ajudá-la de uma maneira nada convencional. Para isso, Erica deve se comprometer a não abandonar o tratamento.


Autor(a) - Meg Cabot

       
       Meggin Patricia Cabot

A famosa autora, Meggin Patricia Cabot, mais conhecida como Meg Cabot, nasceu dia 1º de fevereiro de 1967, em Bloomington, Indiana (EUA), e começou a escrever na adolescência, como forma de fugir dos problemas em casa. Aos 30 anos teve seu primeiro livro publicado e foi escrito como Patricia Cabot, um dos seus pseudônimos, além do Jenny Carrol, usados quando ela começou a escrever profissionalmente e escrevia por três editoras diferentes.

Resenha: Once Dead, Twice Shy (Kim Harrison)






"Meu nome é Madison Avery, e eu estou aqui para contar-lhe que há mais lá fora do que você pode ver, ouvir ou tocar. Porque eu estou lá. Vendo isso. Tocando isso. Vivendo isso."


O par de Madison era um matador - literalmente. Por alguma razão ela foi o alvo de um ceifador negro - sim, aquele tipo de ceifador -, que tinha a intenção de se livrar dela, do seu corpo e de sua alma. Mas, antes que ele pudesse terminar o trabalho, Madison foi capaz de pegar o estranho reluzente amuleto dele e fugir.Agora, ela está presa na Terra - morta sem partir. De alguma forma o amuleto dá a ela a ilusão de um corpo, permitindo que ela engane a linha entre a vida e a morte. Ela continua não sabendo por que o ceifador negro está atrás dela, mas ela não vai simplesmente ficar sentada e deixar o destino seguir seu curso.Com um pouco de ingenuidade, alguma luz no estrada e a ajuda de um ceifador branco (um dos caras bons! Talvez...), o garoto fofo por quem tem uma quedinha e, é claro, seu anjo-da-guarda, Madison está pronta para controlar o próprio destino de um vez por todas, antes que ele a controle.Bem, isso se ela acreditasse nessa coisa

Madison Avery achou que o pior de sua vida tinha passado quando foi obrigada a morar com seu pai. Tantos anos tentando se enturmar na antiga escola, e tudo em vão. Novo ambiente, novas pessoas, nova vida. Bom, não exatamente uma vida, já que no dia do baile ela conheceu a Morte em pessoa. Por algum motivo desconhecido, ele, aquele lindo menino do baile, tentou matá-la, e agora está atrás do amuleto que ela roubou - e o único motivo de ela ainda permanecer "viva".


Booklist: Meu pai merece um livro!

Primeiramente, feliz dia dos pais!
Para quem ainda não comprou o presente do seu pai - mesmo que hoje seja o dia -, aqui vai uma lista com alguns livros para presenteá-lo - ou mesmo aproveitar a dica para uma boa leitura.



Enfim... Novamente



Depois de meio ano estagnado, o blog retorna. Ele está um pouco repaginado, com uma carinha nova, mais ainda dá para melhorar, é claro. Não sou nenhuma expert no assunto HTML, mas consegui fazer uma coisinha ou outra por meio de tutoriais na internet. Ao longo do tempo, talvez, ele melhore um pouco - até porque tem coisas que eu não estou conseguindo fazer, mais c'est la vie.


Resenha: Delírio (Lauren Oliver)


Muito tempo atrás, não se sabia que o amor é a pior de todas as doenças. Uma vez instalado na corrente sanguínea, não há como contê-lo. Agora a realidade é outra. A ciência já é capaz de erradicá-lo, e o governo obriga que todos os cidadãos sejam curados ao completar dezoito anos. Lena Haloway está entre os jovens que esperam ansiosamente esse dia. Viver sem a doença é viver sem dor: sem arrebatamento, sem euforia, com tranquilidade e segurança. Depois de curada, ela será encaminhada pelo governo para uma faculdade e um marido lhe será designado. Ela nunca mais precisará se preocupar com o passado que assombra sua família. Lena tem plena confiança de que as imposições das autoridades, como a intervenção cirúrgica, o toque de recolher e as patrulhas-surpresa pela cidade, existem para proteger as pessoas. Faltando apenas algumas semanas para o tratamento, porém, o impensado acontece: Lena se apaixona. Os sintomas são bastante conhecidos, não há como se enganar — mas, depois de experimentá-los, ela ainda escolheria a cura?
Lena Halloway, mais conhecida por Lena Tiddle devido ao seu passado, é um garota comum que conta os dias para a chegada de sua intervenção. Sua única esperança é tirar uma boa nota na avaliação, ir para uma boa universidade e conseguir um bom par. Além de, claro, ser curada. Amor Deliria Nervosa é uma infecção perigosíssima. Toda a sociedade está alertada dos perigos e deve passar pela cura aos 18 anos. Mas alguns revoltosos ainda existem, bem como o mito de um mundo além das fronteiras.